Ops, um post atrasado….
Esse é um post que o senso comum poderia até chamar de filosófico, mas não reinvidico tal título. Filosofia é para os fortes, o máximo que eu faço são umas divagações. Filosofar? Não nessa encarnação, obrigada!
Essa semana estava assistindo a um episódio da 2ª temporada do meu seriado preferido, House . O episódio é o ”Autópsia” , que é de uma menina com cancer terminal que fica doente de outra coisa. O House (amo esse personagem!!!), que sempre duvida das pessoas e seus sentimentos resolve conversar com a paciente, feito não comum para ele. Mas o cerne deste post é a conversa entre paciente e doutor. House pergunta se a menina prefere viver mais um ano ou acabar com o seu sofrimento. A menina responde que prefere viver mais um ano, pois precisa estar viva para ajudar a mãe a aceitar a morte dela por câncer (?). Ela argumentou que a mãe não conseguia viver sem ela.
É nesse ponto que eu queria chegar: fiquei pensando depois de assistir: o que faz a gente pensar que somos tão importantes assim? Se você morrer, acha que o mundo vai parar por sua causa? Não, o mundo vai continuar. E isso dá um medo… de não sermos importante para o mundo, de que ele vai continuar sem a gente. Não quero deprimir ninguém, só lembrar que só fazemos a diferença neste mundo vivo. Então faça o que você acha que deva ser feito, lute pelos seus ideais, aproveite a vida do jeito que você quiser. Por que é só aqui que isso vai fazer a diferença.
Abraço para quem é de abraço, beijo para quem é de beijo
3 Comentários
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Belo conselho amiga. Isso é bom ouvir as vezes, é algo que sabemos, mas omitimos na maior parte do tempo….
Obrigada!
Tadinha de vc Letícia… rsrsrsrsrs… vc sabe pq estou postando isso…
Ou seja…viva como o Kajuru..hahahahahah